musica
MM
1. Comida
2. Bem Que Se Quis
3. Chocolate
4. Ando Meio Desligado
5. Preciso Me Encontrar
6. Xote das Meninas
7. Negro Gato
8. Lenda das Sereias
9. South American Way
10. I Heard It Through The Grapevine
11. Bess, You Is My Woman Now!
12. Speak Low
ANO
1989
FICHA TÉCNICA
Produzido por Nelson Motta
Direção Artística // Jorge Davidson
Produção Executiva // Lula Buarque de Hollanda
Direção Musical // Eduardo Souto Neto
Direção Técnica // Sérgio Bittencourt
Gravação e Mixagem // Sérgio Bittencourt, Renato Luiz e Geraldo Murro
Supervisão de Manutenção // Jorge Nunes
Auxiliares de Gravação // Ricardo e Márcio
Projeto Gráfico // Claudio Torres
Fotos Capa // Fotograma do especial Marisa Monte
Fotos Contracapa // Márcia Ramalho
Arte-final do CD // Egeu Laus
Coordenação Gráfica // Tice Mousinho e Gualter Pupo
Percussão // Marcos Suzano
Baixo // Ronaldo Diamante
Trumpete // Saulo Dansa
Guitarra // Paulinho Muylaert
Piano // Roberto Alves
Bateria // Edu Szajnbrum
Backvocals // Letícia Monte, Suzana Ribeiro e Joana Motta
Quarteto de Cordas (Bess you is my woman now):
Violino // Michel Bessier e Bernardo Bessler
Cello // Jaques Morelenbaum
Viola // Marie Christine Bessler
SOBRE O ÁLBUM
“Conheci a Marisa Monte com 18 anos, no final de 1985, no Rio de Janeiro. Recebi-a, atendendo um pedido de minha irmã, amiga da mãe de Marisa, que queria uma orientação sobre professores e escolas de canto de Roma, onde eu estava morando, e para onde Marisa estava indo estudar. A garota estudava desde os 14 anos e queria ser cantora de ópera, mas gostava e tinha boa cultura de jazz e música brasileira. Dei-lhe alguns nomes e endereços, voltei para Itália e não a vi mais. Um dia em Roma, meses depois, fiquei sabendo dela através da jornalista Monica Falcone. Marisa estava indo estudar em Veneza, passando uns tempos em casa de amigos e me contou que aqueles poucos meses em Roma tinham sido suficientes para ela entender que não seria feliz vivendo fora do Brasil, que para fazer carreira no mundo lírico tinha que viver no exterior, que tinha achado uma chatice acadêmica a sua breve passagem por academias e professores italianos. Ia voltar para o Brasil. Mas no dia seguinte faria uma apresentação, um showzinho meio improvisado, num bar veneziano, acompanhada somente pelo violão do amigo Roberto Bortolucci, simpático dublê de músicos e cameriere, casado com uma Rosa brasileira, apaixonado pela MPB e sabedor de ritmos e harmonias das principais canções de Chico, Caetano, Milton, Gil, etc.